sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Judeu alemão relembra infância como vizinho de Hitler

Um judeu alemão relatou à BBC como foi passar uma parte de sua infância como vizinho do líder nazista Adolf Hitler.
O historiador Edgar Feuchtwanger contou que tinha apenas cinco anos quando Hitler se mudou para a rua onde ele morava com a família.
Ele se lembra de sua mãe falando naquela época de como eles tinham menos leite porque "o leiteiro deixou muitas garrafas" na casa do líder nazista.
Feuchtwanger cresceu em um bairro rico de Munique e ainda se lembra da primeira vez que viu Hitler caminhando na rua. Foi no começo da década de 30, quando ele saiu para um passeio com sua babá. Na época, tinha oito anos.
Feuchtwanger viu o líder nazista vestido com um casaco e chapéu, saindo de um prédio de apartamentos.
"Ele olhou diretamente para mim. Acho que não sorriu", diz.
Algumas pessoas pararam e gritaram a saudação "heil Hitler". Em resposta, ele levantou o chapéu antes de entrar no carro que o esperava.
"Claro que eu sabia quem ele era, mesmo sendo um menino. Como chanceler, ele dominava toda a cena (política do país)", conta Feuchtwanger.
Sem medo
Naquele momento, porém, a figura de Hitler ainda não gerava medo em Feuchtwanger. "Apenas fiquei curioso de ver ele ali", afirma.
O alemão de 88 anos admite que é estranho lembrar do líder nazista como um vizinho. "Falo sobre como vivi na mesma rua que Hitler como se não fosse grande coisa", diz. "É difícil pensar que pessoas que você viu quase diariamente foram responsáveis por virar o mundo de cabeça para baixo."
Em seu caminho para a escola, Feuchtwanger passava em frente ao prédio onde ficava o luxuoso apartamento do líder nazista, na Prinzregentenplatz, 16, e parava com frequência para tentar ver o chanceler.
"Hitler vinha a Munique nos finais de semana. Sabíamos que ele estava em casa quando podíamos ver os carros estacionados do lado de fora", lembra.
A chegada de Hitler era marcada pelos pneus cantando. Ele vinha em um comboio de três carros, com um grupo de guarda-costas e, logo, um som de botas batendo no chão podia ser ouvido de longe.
As pessoas costumavam parar para saudar o líder nazista. "Toda a coisa nazista estava sendo inculcada em nós na escola", explica Feuchtwanger, acrescentando que os professores faziam as crianças da época desenharem suásticas ou listar os inimigos da Alemanha.
Visita da Gestapo
Na metade da década de 30 algumas famílias de judeus alemães ainda não se sentiam ameaçadas pelo nazismo, mas isso mudou rapidamente.
O irmão mais velho do pai de Feuchtwanger, Lion, por exemplo, era um autor de teatro famoso por sua posição contra o nazismo e depois de uma viagem, não voltou mais para a Alemanha.
Os pais de Feuchtwanger pensavam que, de alguma forma, poderiam não ser atingidos pelo nazismo.
No dia 10 de novembro de 1938, porém, oficiais da Gestapo foram a casa da família logo pela manhã para levar o pai de Feuchtwanger, Ludwig. "Eles não o trataram mal. Minha mãe foi muito corajosa", conta o historiador.
Pouco depois, a Gestapo voltou com caminhões e caixas para levar os livros mais valiosos da grande biblioteca da família. "Eles disseram que iriam 'garantir a segurança dos livros'", afirma.
Os dois episódios ocorreram em meio a uma grande onda de violência organizada de nazistas contra judeus na Alemanha e partes ocupadas da Áustria.
Presos em casa
A partir deste momento, Feuchtwanger não podia mais sair de casa nem ir para a escola e passou a conviver apenas com a mãe e familiares próximos.
"Nos sentíamos muito impotentes, (pensando) que alguém poderia nos matar e ninguém faria nada."
A família esperou por notícias de Ludwig durante seis semanas e tudo o que sabiam é que ele tinha sido levado com um dos tios de Feuchtwanger para o campo de Dachau, perto de Munique.
Um dia, sem aviso, o pai de Feuchtwanger foi liberado e chegou em casa exausto e doente.
Quando ele voltou, a família tomou a decisão de deixar a Alemanha e, com a ajuda de familiares que já estavam fora do país, todos conseguiram os vistos para ir para a Grã-Bretanha.
Em fevereiro de 1939, Feuchtwanger e seu pai embarcaram em um trem para Londres. Ludwig voltou para pegar o resto da família e, em maio daquele ano, todos estavam na Inglaterra.
Eles nunca mais voltaram à Alemanha e apenas Feuchtwanger visitou Munique na década de 50.
Ele estudou em Cambridge e deu aulas na Universidade de Southampton, além de publicar vários livros de história e biografias. Casou-se com uma britânica e teve três filhos.


Postado por: Maria Sousa

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,judeu-alemao-relembra-infancia-como-vizinho-de-hitler,958808,0.htm
Curiosidades

Vocês estão lembrados da Blitzkrieg? Uma guerra relâmpago realizada pelos alemães que consistia em utilizar forças móveis em ataques rápidos e de surpresa, com o intuito de evitar que as forças inimigas tivessem tempo de organizar a defesa. Pois existe uma música com esse nome. Vamos ouvir? Acompanhe a letra em inglês, e logo abaixo, a tradução. 


Blitzkrieg

In your dreams hearts shake
Nerves scream, minds break
Heaven's turn, grounds crack
Prayers burn, burn black

And it's all there inside of you
It's deadly, dark, cold!
Can you feel the explosion?
Now lean back and enjoy the show!

Blitzkrieg, Blitzkrieg
Blitzkrieg, BOOM
Blitzkrieg, Blitzkrieg
Blitzkrieg, BOOM

Hope fails, death shines
Long nails, Hell's vines
Terror seek, walls fall
Addiction seek, seek it all

And it's all there inside of you
It's deadly, dark, cold!
Can you feel the explosion?
Now lean back and enjoy the show!

Blitzkrieg, Blitzkrieg
Fuckin' blitzkrieg, BOOM
Blitzkrieg, blitzkrieg
Fuckin' blitzkrieg, BOOM

This is the end
Still your need is driven on, driven on
As we trigger one last bomb

Wounds bleed, tears ride
Demons feed, angels hide
Fathers sigh, Mothers weep
Children cry, crying deep

And it's all there inside of you
It's deadly, dark, cold!
Can you feel the explosion?
Now lean back and enjoy the show!

Blitzkrieg, blitzkrieg
Fuckin' blitzkrieg, BOOM
Blitzkrieg, blitzkrieg
Fuckin' Blitzkrieg, BOOM

Fuck the world with a gun
and a broken blade!

This is the end
Still your need is driven on, driven on
As we trigger one last bomb

Tradução

Blitzkrieg*

Nos seus sonhos seu coração sacode
Nervos gritam, a mente quebra
Volta do paraíso, volta explodido
Oradores queimam, queimam o preto

E está tudo dentro de você
É mortal, escuro, frio!
Você pode sentir a explosão?
Agora volte para trás e aprecie o show

Ataque, ataque!
Ataque, BOOM!
Ataque, ataque!
Ataque, BOOM!

Falha da esperança, brilhos da morte
Unhas longas, vinha do inferno
Busca do terror, queda das paredes
Busca do vício...busque tudo!

E está tudo dentro de você
É mortal, escuro, frio!
Você pode sentir a explosão?
Agora volte para trás e aprecie o show!

Ataque, ataque!
Foda-se o ataque, BOOM!
Ataque, ataque!
Foda-se o ataque, BOOM!

Esse é o fim agora
Sua necessidade é dirigida, dirigida
enquanto desencadeamos uma última bomba

As feridas sangram, lágrimas passeando
Alimentação dos demonios, anjos se escondem
O sinal do pai, mães lamentam
Crianças choram, choram profundamente

E está tudo dentro de você
É mortal, escuro, frio!
Você pode sentir a explosão?
Agora volte para trás e aprecie o show

Ataque, ataque!
Foda-se o ataque, BOOM!
Ataque, ataque!
Foda-se o ataque, BOOM!

Foda-se o mundo com uma arma
e uma lâmina quebrada!

Esse é o fim agora
Sua necessidade é dirigida, dirigida
enquanto desencadeamos uma última bomba

Postado por: Jardel Olliveira
Segredos incríveis da Segunda Guerra Mundial 



Pense um pouco, como pode ter acontecido isso? Desde que li um pequeno opúsculo titulado o "Inimigo Invisível na Segunda Guerra", percebi que aquilo que aprendemos nos bancos escolares não é nem história nem educação, e um recheio de mentiras que faz dos homens comuns robôs, prontos para tomar partido e matarem-se uns aos outros em nomes dessas mentiras " apreendidas e tornadas viscerais"
A Foto e o texto em inglês original mostra o grande número de cientistas alemães que foram levados aos EUA entre 1938 e 1945, neste caso, os  envolvidos com os foguetes e a Bomba Atômica,( que explodiria com os japoneses aliados dos alemães resultando no verdadeiro holocausto japonês) e é claro com a aviação. Ontem eram nazistas inimigos da humanidade, hoje cultuados como propugnadores do pregresso Norte Americano. Quantos eram judeus? Como isso aconteceu? O que faziam judeus no alto comando de Hitler?


Postado por: Alice Silva
Fonte: http://g23deoutubro.blogspot.com.br/2012/01/segredos-incriveis-da-segunda-guerra.html
Frases marcantes

Eis algumas frases marcantes pronunciadas durante a Segunda Guerra Mundial, extraídas de livros sobre o tema:

"Uma mentira contada mil vezes torna-se uma verdade"
Joseph Goebbels - Ministro da Propaganda do Governo Nazista

"Em Auschwitz, se entra pela porta e se sai pela chaminé"
Desconhecido

"Nas trincheiras não existem ateus"
Capelão Americano

"Numa guerra, a primeira vítima é a verdade"
Winston Churchill - 1o Ministro Inglês durante a Segunda Guerra 

"Fanático é aquele que não muda de opinião e não muda de assunto"
Winston Churchill

''A morte de um é uma tragédia, a morte de milhões são estatísticas''
Joseph Stalin

"In the absence of direct orders, go and kill something"
Erwin Rommel, durante a campanha no norte da África


"No exército vermelho é preciso mais coragem para recuar do que para avançar"
Joseph Stalin

"Quem tem rifle atira, quem não tem segue o que tem. Quando o que tem morrer, você pega o rifle e atira"
Comissários ao entregar as armas para os soldados soviéticos após atravessarem o Volga (Stalingrado)

"Estarei com o diabo, se o diabo estiver contra Hitler"
Winston Churchill

"Eu decido quem é judeu"
Hermann Göring

"As pessoas presisam de alguém para ter medo e é natural que esta passoa seja eu" 
Adolf Hitler

"A morte resolve todos os problemas, nenhum homem, nenhum problema"
Joseph Stalin

"Não sei como a terceira guerra mundial será travada, mas a quarta será com certeza com paus e pedras"
Albert Einstein, após a detonação das bombas atômicas


Postado por: Katiane Lopes
Fonte: http://blogsegundaguerra.blogspot.com.br/2009/08/frases.html

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Sugestões de Filmes

A Vida é Bela

O Resgate do Soldado Ryan


O Pianista


Postado por: Katiane Lopes



Submarino italiano "Scirè" faz homenagem a seu predecessor, afundando há 70 anos

14 de julho de 2013, em História, Homenagem, Propulsão naval, Submarino, por Fernando "Nunão" De Martin


submarino italiano Scire atual - foto 2 Marinha Italiana
Na última quinta-feira, 11 de julho, o submarino Scirè da Marinha Italiana prestou homenagem a seu predecessor de mesmo nome afundado na Segunda Guerra Mundial, há quase 71 anos.
A homenagem deu-se em Haifa (Israel), onde o predecessor foi afundado em combate com forças navais britânicas, em 10 de agosto de 1942. O comandante do atual Scirè, capitão de corveta Alessandro Nalesso, mandou parar as máquinas quando navegava na superfície sobre o submarino afundado, cujos destroços estão a 30 metros de profundidade.
submarino italiano RSMG Scire da Segunda Guerra Mundial - foto 2 Marinha Italiana
Foi depositada uma coroa no mar sobre o “Velho Scirè“, que um ano antes de ser afundado havia recebido a condecoração da Medalha de Ouro do Valor Militar ( Medaglia d’Oro al Valor Militare) pelo forçamento realizado em 1941 no porto de Alexandria.
submarino italiano RSMG Scire da Segunda Guerra Mundial - destroços - foto 2 Marinha Italiana
O atual Scire (S 527)permaneceu no porto de Haifa entre os dias 5 a 10 de julho, quando a tripulação realizou troca de experiências com suas contrapartes israelenses, especialmente relacionadas ao sistema AIP (Air Independent Propulsion – propulsão independente da atmosfera).

O S 527 é um dos dois exemplares da classe “Todaro” em serviço na Marinha Italiana, dentro do programa “U-212A” realizado junto com a Alemanha. Há mais duas unidades planejadas, sendo que a quilha da primeira foi batida em 2009. O Todaro entrou em serviço em 2006, seguido pelo Scirè em 2007. O deslocamento é de 1522t (superfície) e 1727t (submerso), contando com uma tripulação de 27 pessoas.
Com 55,9m de comprimento, 7m de boca e 6m de calado, a classe tem propulsão diesel-elétrica, permitindo atingir 12 nós na superfície e 20 nós em imersão, contando também com AIP do tipo células de combustível para aumento da autonomia a baixas velocidades. O armamento é composto de 6 tubos de torpedo de 533mm, disparando torpedos Whitehead A184 mod. 3.
Além das duas unidades da classe “Todaro”, a Marinha Italiana possui oito submarinos da classe “Sauro”, incorporados entre 1979 e 1995. São submarinos de características semelhantes aos mais modernos “Todaro”, porém com menor automação, sistemas mais antigos, tripulação mais numerosa e sem AIP.
Postado por: Jardel Olliveira


Curiosidades

Idosa encontra em museu diário de namorado morto na Segunda Guerra Mundial, há quase 70 anos.


Laura Mae Davis Burlingame, de 90 anos, mostra a foto que estava no diário do então namorado Foto: Michael Conroy / AP


Antes de morrer na Segunda Guerra Mundial, em 1944, aos 22 anos, o oficial Thomas Jones escreveu o que chamou de “último pedido de vida”: quem encontrasse o diário dele, deveria entregá-lo a Laura Mae Davis, a garota que amava. Mas moça em questão só encontrou o diário na semana passada, quase 70 anos após a morte do rapaz, em uma visita ao Museu Nacional da Segunda Guerra Mundial, em Nova Orleans, nos Estados Unidos.

Jones morreu em uma batalha contra os japoneses, em uma ilha no Pacífico Sul. Ele foi atingido por uma bala na cabeça, por um atirador de elite. Laura se casou um ano depois, em 1945, e nunca imaginou que o diário que ela deu para Jones havia sobrevivido à guerra. A mulher, de 90 anos, encontrou o documento em uma vitrine do museu, e reconheceu a própria foto nele.

- Eu não tinha ideia de que havia um diário aqui - disse ela, emocionada, em entrevista à agência de notícias Associated Press.

O rapaz de 22 anos pediu que o diário fosse entregue para a namorada
O rapaz de 22 anos pediu que o diário fosse entregue para a namorada Foto: / AP

Laura foi até o museu na esperança de encontrar alguma foto de Jones, com quem havia namorado ainda na adolescência. Ela era líder de torcida e ele jogava na equipe de basquete da mesma escola. Os dois foram ao baile de formatura juntos. Laura ficou empolgadíssima ao descobrir o registro do romance de tantos anos.

- Eu pensei que poderia encontrar fotos dele e dos companheiros que serviram na guerra com ele, e artigos sobre o local onde eles serviram - contou a anciã.

Laura só encontrou o diário 70 anos depois
Laura só encontrou o diário 70 anos depois Foto: / AP

Laura recebeu permissão para olhar o diário de perto. Afinal, foi a primeira vez em 17 anos que alguém se reconhecia nos documentos expostos ali.

Após a morte de Jones, o diário foi encaminhado para a irmã dele. Depois, o documento ficou com o sobrinho dele, e foi entregue ao museu em 2001. Ele disse que não chegou a entrar em contato com Laura por receio de que causasse problemas no casamento dela. Coisa que a americana jurou ser impossível:

- Meu marido e Tommy eram ótimos amigos - garante.

Laura ficou emocionada com a quantidade de vezes que Jones mencionou o nome dela no diário, onde havia inúmeras cartas nunca enviadas para a amada e para os pais. Laura teve que deixar o documento para trás, no museu, mas saiu com a garantia de que receberia uma cópia digitalizada, conforme pediu o oficial, há 69 anos:

"Todo o meu amor para Laura, por quem o meu coração está completamente preenchido. Então, se você tiver a chance, por favor devolva o diário a ela. Estou escrevendo isso como meu último desejo", suplicou Jones.

Thomas “Cotton” Jones morreu em 1944
Thomas “Cotton” Jones morreu em 1944
Postado por: Jardel Olliveira