MundoGuerra, segunda guerra mundial: um conflito jamais esquecido

O blog "Não compare os pares" é uma idealização dos números pares da turma do 3º "B" da escola Francisco de Almeida Monte, destinada à publicação de informações a respeito da Segunda Guerra Mundial

sábado, 24 de agosto de 2013

Batalha de Kursk – um combate de titãs da Segunda Guerra Mundial


Os veteranos dessa guerra comemoram hoje uma data especial. Há precisamente setenta anos, no dia 23 de agosto de 1943, terminou a Batalha de Kursk, que durou quarenta e nove dias. Os combates envolveram cerca de dois milhões de efetivos, seis mil tanques e quatro mil aviões. Até essa altura, a Rússia tinha perdido extensões enormes do seu território e sofrido prejuízos gigantescos. Isso obrigou o país e o seu exército a se mobilizar ao máximo e a desferir ao inimigo um golpe demolidor no setor Kursk-Orlov, no verão de 1943. A vitória das tropas soviéticas em Kursk foi decisiva na alteração do rumo da Segunda Guerra Mundial.

Por toda a Rússia se realizam comemorações solenes dedicadas ao 70º aniversário da Batalha de Kursk. Essa data recebeu um estatuto de comemoração nacional. Os historiadores, contudo, continuam a debater quem terá vencido a batalha. Do ponto de vista formal, o campo de Prokhorovka continuou nas mãos dos alemães. Mas também Borodino, em 1812, tinha ficado em poder dos franceses.

No fim da campanha de inverno de 1942–43, as tropas hitlerianas "lambiam as feridas" depois da Batalha de Stalingrado. Apesar de, na primavera, elas terem conseguido desferir um pesado golpe nas tropas russas no sudoeste e recuperar Kharkov, que tinha sido libertada, já não estavam porém em condições de realizar ofensivas mais substanciais.

O Exército Vermelho, depois de Stalingrado sentia a necessidade de complementar seus recursos e de se reequipar com material novo. Ainda mais importante era a preparação da campanha de verão. Nessa situação, era importante descortinar a direção da ofensiva principal.

A ofensiva mais vantajosa para as tropas nazistas seria na saliência entre Kursk e Orlov, onde o Exército Vermelho tinha penetrado 150 quilômetros na frente alemã. Hitler apelidou a futura operação de Operação Cidadela. O planejamento estava a cargo do seu estratego principal, o marechal-de-campo Erich von Manstein. Foi, aliás, ele próprio que qualificou a derrota de Kursk como "o colapso da Wehrmacht". Estava previsto que dois poderosos ataques nos flancos iriam permitir aos alemães cercar as tropas soviéticas e abrir o caminho, primeiro em direção Kursk, e depois em direção a Moscou.

O comando supremo do Exército Vermelho também tinha chegado à conclusão que a direção de Kursk seria a principal durante a campanha de verão. Era necessário construir linhas defensivas, assim como acumular meios não só defensivos, mas também ofensivos. A fase da ofensiva seria decisiva. É verdade que o comando soviético cometeu um erro. O Estado-Maior considerou que o ataque principal seria realizado ao flanco norte, onde se situava a Frente Central comandada pelo general de exército Konstantin Rokossovski. O flanco sul, a cargo da Frente de Voronej comandada pelo general de exército Nikolai Vatutin, teria um papel secundário. Na retaguarda foi organizada a Frente da Estepe, de reserva, comandada pelo coronel-general Ivan Konev.

Já nos primeiros dias da batalha, que teve início a 5 de julho, se tornou claro que as tropas nazistas tinham concentrado suas forças principais no sul. As unidades da Frente de Voronezh aguentaram com firmeza e, enquanto decorria o reagrupamento de forças, conseguiu se manter pelos seus próprios meios, mas em alguns locais teve de ceder até 35 quilômetros. Os alemães aumentavam a pressão. No dia 12 de julho, o general Vatutin lançou no combate o 5º Exército Blindado do general Rotmistrov. As divisões de blindados de elite das SS e os tanques soviéticos entraram num combate frente a frente junto da aldeia de Prokhorovka. Nesse combate participaram mais de mil tanques de ambos os lados. As perdas foram enormes. O historiador militar e escritor Vassili Zhurakhov, de Belgorod, apresenta a sua análise desses acontecimentos:

"Stalin pensava que as tropas de Vatutin poderiam não aguentar porque tinham pela frente as divisões de blindados de elite das SS Totenkopf (Caveira), Grossdeutschland (Grande Alemanha) e Adolf Hitler. Se as nossas tropas não aguentassem, esses tanques seriam enfrentados pela Frente da Estepe. Esta tinha um papel duplo. Em caso de rutura da frente pelos alemães, eles iriam impedir seu avanço. Mas Vatutin conseguiu aguentar esse ataque e mesmo passar à contraofensiva. Assim, as tropas da Frente da Estepe foram enviadas em seu auxílio. Eram forças completamente frescas, poderosas e com material novo."

O resultado principal da batalha foi que as tropas hitlerianas começaram a retirar e desistiram de avançar sobre Kursk. A partir dessa altura, teve início a fase de ofensiva. Foi quando em Moscou foi lançado o primeiro fogo-de-artifício de vitória em honra da libertação de Belgorod e de Kharkov. Para muitos combatentes esse acontecimento foi uma surpresa. Estas são as memórias do antigo mecânico de aviões e participante da Batalha de Kursk Nikolai Sologub:

"O avião tinha rádio e nós ouvimos um aviso que ia ser lida uma declaração oficial importante. Repetiram várias vezes pela rádio que ia ser lida uma declaração oficial importante. Até pensamos se os alemães não teriam utilizado substâncias tóxicas. Mas afinal era a comunicação do decreto do comandante-supremo sobre a primeira salva de vitória."

As tropas soviéticas, depois da Batalha de Kursk, nunca mais perderam a iniciativa estratégica. Oficialmente é considerado que a batalha terminou a 23 de agosto, ou seja, durou 49 dos 1418 dias que durou a guerra contra a Rússia. O Exército Vermelho continuou a derrotar o inimigo sem parar depois da Batalha de Kursk. Já em setembro, as tropas da Frente de Voronej atingiram o rio Dnepr, e no dia 6 de novembro foi libertada a cidade de Kiev, capital da Ucrânia.

Por ocasião da data dessa batalha decisiva, Prokhorovka foi visitada, a 12 de julho de 2013, pelo presidente da Federação Russa Vladimir Putin e, no dia 23 de agosto, Kursk deverá esperar o primeiro-ministro Dmitri Medvedev.

Postado por: Jardel Olliveira

Leia mais: http://portuguese.ruvr.ru/2013_08_22/batalha-de-kursk-um-combate-de-titas-da-segunda-guerra-mundial-2313/

Postado por Unknown às 19:58 Nenhum comentário:
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quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Documentário resumido sobre a Segunda Guerra Mundial

Ainda temos mais vídeos além desse! 


Postado por: Jardel Olliveira
Fonte: Autoria própria 

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terça-feira, 20 de agosto de 2013

Animação japonesa traz criador de famoso avião de guerra


A animação "The Wind Rises", do premiado cineasta japonês Hayao Miyazaki, ganhou nesta quarta (14) um novo trailer legendado em inglês.

O longa, líder de bilheteria no Japão há quatro semanas, será lançado no Ocidente este mês, no Festival de Veneza . Em setembro, estará na programação do Toronto International Film Festival.

Escrito e dirigido por Miyazaki, "The Wind Rises" é uma biografia de Jiro Horikoshi, designer que projetou o avião de combate Mitsubishi A6M Zero, utilizado na Segunda Guerra Mundial.

Marcada pelas cores vívidas de Miyazaki, a história do engenheiro Jiro Horikoshi é o primeiro filme do diretor centrado em uma figura histórica e em eventos reais.

Após o lançamento do filme, que aborda temas como o nacionalismo e conflitos armados, Miyazaki chegou a receber críticas de que estaria fazendo uma referência velada ao governo japonês.

O cineasta ganhou o Oscar de melhor animação em 2003, por "A Viagem de Chihiro" (2001).

Obs.: Link do vídeo abaixo.

Postado por: Jardel Oliveira
Fonte: Uol educação >> http://cinema.uol.com.br/noticias/redacao/2013/08/15/animacao-japonesa-traz-criador-de-famoso-aviao-de-guerra-veja-trailer.htm
Postado por Unknown às 20:45 Nenhum comentário:
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5 coisas que você não sabia sobre Hitler no dia em que ele faria aniversário

Péssimo aluno, poeta e apoiador de uma revolta comunista. Livro conta curiosidades sobre a vida do Führer

  Reprodução

Filho de um funcionário da alfândega, Adolf Hitler (1889-1945) teve uma infância pobre e uma adolescência triste e solitária. Detalhes de sua vida – alguns nunca antes revelados – foram expostos em 265 verbetes no livro “O arquivo de Hitler”, escrito por Patrick Delaforce, ex-combatente da Segunda Guerra Mundial. A obra está prestes a ser lançada no Brasil pela Panda Books.

O sonho de Hitler era ser artista


O ditador teve uma adolescência muito sofrida. Em setembro de 1900, aos 11 anos, ingressou na Realschule de Linz, uma escola secundária que formava rapazes para a carreira comercial ou técnica. “De modo algum desejava me tornar um funcionário público. Um dia, tive certeza de que seria pintor, um artista... Meu pai ficou perplexo, mas logo se recuperou... ‘Artista, não, jamais enquanto eu viver!’”, assim escreveu Hitler em seu livro Mein kampf. Aos 16 anos, após a morte do pai, Alois Hitler, Adolf se mudou para Linz com sua mãe, irmã e tia e consagrou “toda a vida à arte”. Ele fazia esboços, pintava, projetava museus, uma ponte sobre o rio Danúbio, teatros e até mesmo a completa reconstrução de Linz. Fez também, por um tempo, algumas aulas de piano. Além disso, frequentava concertos, teatros, um clube de música, outro de livro e um museu de cera. Como teria sido a história da Alemanha se Hitler tivesse obtido sucesso em seu sonho?


  Reprodução
O filho de Alois Schickelgruber e Klara Hitler ainda bebê
Hitler escrevia poemas

Aos 15 anos, Adolf passava a maior parte do tempo desenhando, pintando e lendo. Nessa época, morava numa casa de família em Steyr, na Áustria, onde ficava a escola que então frequentava. Escreveu também, com essa idade, um poema um tanto quanto incoerente. Os símbolos (-) são palavras indecifráveis: 

As pessoas ali se sentam numa casa ventilada
Enchendo-se de cerveja e vinho
Comendo e bebendo em êxtase
(-) então de quatro.
Ali escalam os altos picos das montanhas
(-) com as faces cheias de orgulho
E caem como acrobatas em cambalhotas
E não podem se equilibrar
Então, tristes, voltam para casa
E em calma esquecem o tempo
Então ele vê (-), sua esposa, pobre homem,
Que lhe cura as feridas com uma boa sova.

O poema estava ilustrado com o desenho de uma mulher robusta surrando o marido. 
E a fase poeta de Hitler não acabou na adolescência. Durante a guerra de trincheiras, em 1915, o ditador escreveu: 

Frequentemente sigo em noites frias
Ao Carvalho de Odim no calmo bosque
Tecendo com negra magia uma união
A Lua traça runas com seu feitiço
E sua mágica fórmula humilha
Os que se enchem de orgulho à luz do dia!
Forjam suas espadas em fulgurante aço – mas, em vez de lutar,
Congelam como estalagmites
Assim se distinguem as almas – as falsas das verdadeiras
Penetro um ninho de palavras
E distribuo dádivas aos bons e aos justos
E minhas mágicas palavras lhe trazem bênçãos e riquezas!
 


Hitler era um adolescente preguiçoso na escola

Observe o boletim de quando o ditador cursava a 4ª série, na escola de Steyr, emitido em 15 de fevereiro de 1905.



Um empenho sofrível na escola mostra como o adolescente de 16 anos era preguiçoso. Mas quando o assunto era arte, ele obtinha ótimos resultados. Porém, o mais espantoso era seu excelente desempenho em ginástica, já que, quando adulto, Hitler detestava exercícios físicos, raramente caminhava e não praticava esportes. 

O primeiro amor de Hitler foi uma judia 


Muitos sabem que Adolf Hitler tinha uma relação muito forte com sua mãe. Mas o primeiro amor dele, de fato, foi Stefanie (ou Stephanie) Isak, uma jovem loira e alta que vivia no mesmo subúrbio de Linz. O sobrenome dela indicava que fosse judia, mas isso não o incomodava. 

O menino apaixonado de 17 anos dedicou a ela uma série de poemas românticos e, na companhia de seu melhor amigo, Gustl Kubizek, ficava todos os dias esperando Stefanie passar na rua, que infelizmente estava sempre sob o olhar atento da mãe. 

Hitler confessou a Gustl que, para fugir com ela, seria capaz de sequestrá-la. E como a moça o ignorava, Adolf planejou suicídio nas águas do rio Danúbio, levando-a consigo. Stefanie, que possivelmente nunca conversou com Hitler, acabou se casando com um soldado, o tenente Jasten. 

Hitler já ficou do lado de um movimento comunista

Logo depois do armistício de 11 de novembro de 1918, que pôs fim à Primeira Guerra Mundial, o cabo Adolf Hitler deixou o hospital e retornou a Munique. Lá, ficou fascinado por um jornalista judeu e fanático socialista, Kurt Eisner (1867-1919), que era também crítico teatral da cidade. Kurt Eisner organizou uma revolução que proclamou a Baviera um estado livre da mornarquia alemã em 1918.

Postado por: Jayne de Sousa
Fonte:http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI134572-17770,00-COISAS+QUE+VOCE+NAO+SABIA+SOBRE+HITLER+NO+DIA+EM+QUE+ELE+FARIA+ANIVERSARIO.html
Postado por Unknown às 19:47 Nenhum comentário:
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Conclusão
Após a postagem de todos os conteúdos solicitados concluímos que a Segunda Guerra Mundial foi um dos mais importantes conflitos de toda a história da humanidade.Visto que esta guerra trouxe grandes consequências econômicas, sociais e ambientais. Seus efeitos não foram somente imediatos, mas também a longo prazo.
Quanto aos benefícios podemos citar a grande descoberta de Einstein, a qual acarretou na criação da bomba atômica, onde mais tarde possibilitou o desenvolvimento de energia nuclear que é usada até hoje.
Entretanto, essa grande descoberta trouxe também malefícios, como efeitos radioativos, a morte de inocentes, contaminação do meio ambiente e a decadência econômica de alguns países envolvidos na guerra. Dentre essas sérias conseqüências depois de seu término, como as milhões de mortes causadas por bombas atômicas e outros armamentos e ataques, cidades devastadas, pessoas mutiladas e gravemente doentes por conta da radiação.
Tiveram também pessoas que sobreviveram, porém perderam sua família e sua moradia. Novas potências mundiais foram estabelecidas, sendo os EUA a maior do mundo, seguido pela União Soviética que ficou em segundo. Crimes de nazismo, torturas, mais mortes e dor, muita dor.
Após o término da guerra, foi criado pelos aliados o tribunal de Nuremberg, para julgar fascistas acusados de crimes de guerras. Os nazistas acusados de mortes, experiências cruéis e desumanas e torturas, foram condenados à pena de morte e alguns à prisão perpétua. Uma conseqüência positiva após o término da guerra, foi a criação da ONU (Organização das Nações Unidas), que tem como principal objetivo a paz entre as nações, sempre que surge um conflito Internacional, a ONU intervém, tentando resolver os problemas com diálogos e cooperação.
Sem dúvidas a Segunda Guerra Mundial jamais será esquecida, principalmente suas marcas e conseqüências no mundo inteiro. Após o seu término, o mundo entrou em uma nova fase, a de reconstrução, e assim segue até hoje.

Postado por: Jardel Oliveira
Fonte: http://segundaguerra-etep.blogspot.com.br/ (adaptado)
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10 ideologias do nazi-fascismo

O nazismo e o fascismo foram regimes políticos que surgiram durante o chamado período entre-guerras (1919-1939). O clima na Europa era de tensão devido aos problemas políticos, sociais e econômicos que surgiram após a Primeira Guerra Mundial. Os problemas aumentaram ainda mais com a Crise de 1929, nos Estados Unidos.

Assim, prometendo a solução para a crise em seus países, Mussolini e Hitler assumiram, respectivamente, o poder na Itália e Alemanha. Posteriormente, Francisco Franco assumiria o governo da Espanha. Esta lista é sobre as características do nazi-fascismo, baseado em ideologias que tiveram grande impacto (alguns terríveis) na Europa e no mundo.
Top 10 exércitos mais poderosos do mundo

Algumas imagens abaixo fazem parte da propaganda nazista nas décadas de 1930 e 1940. Ainda que fossem comuns para a maior parte do povo alemão na época, algumas inspiram terror.

1- Totalitarismo

Várias bandeiras do nazismo enfileiradas
Totalitarismo significa a presença de um estado forte, cujo poder central tem autoridade absoluta. Esta ideologia defende que o indivíduo deve viver em função do estado. O totalitarismo está baseado no seguinte princípio: “tudo dentro do estado, nada fora do estado e ninguém contra o estado”. Para controlar um grupo de camponeses da cidade de Guernica – imortalizada na pintura de mesmo nome criada por Picasso – Francisco Franco teve a ajuda da aviação militar alemã (Luftwafe).

2- Militarismo

Pai e filho juntos na guerra
Tradução: Pela vida e liberdade
Militarismo é uma ideologia que acredita na guerra como fator de grandeza e prosperidade. Assim, a sociedade só consegue se desenvolver quando governada ou guiada por conceitos incorporados na cultura, na doutrina ou no sistema militares. Segundo este princípio, Hitler teria dito: “Na guerra eterna a humanidade se torna grande – na paz eterna, a humanidade se arruinaria”.

3- Ultranacionalismo

Hitler segurando a bandeira do nazismo
Tradução: Vida longa à Alemanha
Ultranacionalismo exalta tudo que é próprio da nação, de uma forma exagerada. Toda a política interna está ligada ao desenvolvimento do poder nacional. Esta ideologia vem carregada de autoritarismo, esforços para a redução ou proibição da imigração, expulsão e opressão de populações não-nativas dentro da nação ou de seu território e emocionalismo.

4- Unipartidarismo

Mussolini saudando a população
Unipartidarismo significa a existência de um só partido. Para fazer valer este princípio, Hiter e Mussolini dominaram o poder executivo e judiciário, enfraqueceram o poder legislativo, perseguiram políticos opositores e implantaram regimes ditatoriais em seus países.

5- Controle da propaganda

Mãe guiando seus filhos
Tradução: Mães, lutem por seus filhos!
O controle da propaganda era uma característica forte em regimes totalitários, destinado a convencer as pessoas e manter o controle do Estado sobre a população. Junte-se a isto a forte repressão política contra a liberdade de expressão, imprensa ou qualquer manifestação contrária ao regime. Através dele, buscava-se manipular a opinião pública e fazer o povo trabalhar e viver pelo regime.

6- Culto ao líder

O totalitarismo passou por um forte trabalho de culto ao líder, visando construir a imagem de um governo forte e onipotente. A construção desta imagem ia desde a representação em obras de arte, como o retrato a ser saudado nas escolas. Mussolini recebeu o título de Duce e, Hitler, o título de Fuhrer. Ambas palavras significam algo como “Grande Chefe”. Na Alemanha, a leitura do livro Mein Kampf (Minha Luta), escrito por Hitler, era estimulada entre a população.

7- Anticomunismo

Nazista perseguindo comunistas
Tradução: não disponível
As vezes é difícil compreender uma posição político-ideológica nos regimes nazi-fascistas, em especial no nazismo. O regime alemão não depositava todas as suas fichas no capitalismo, mas também odiava o comunismo, apesar do “nacional-socialismo”. Assim, o anticomunismo se caracterizou pelo desprezo às ideologias de esquerda, governos de origem socialista, movimentos operários, greves e sindicatos.

8- Racismo

Dois jovens alemães sem camisa
Tradução: Nós preparamos o corpo e a alma
O racismo esteve presente mais visivelmente no nazismo alemão. Neste caso, o ódio era disseminado a todos aqueles que não pertenciam à raça ariana, denominação dada às características físicas e biológicas do chamado povo alemão. Este fato estimulou a eugenia, ou seja, a tentativa de criar uma raça pura. No caso alemão, isto significava eliminar os impuros, em especial os judeus.

9- Antissemitismo

Dedo apontado para um judeu
Tradução: Ele deve ser culpado pela guerra
O antissemitismo não surgiu na Alemanha, mas lá obteve seus contornos mais terríveis que levaram à morte de mais de 6 milhões de judeus em campos de concentração e extermínio, como Auschwitz e Bikernau. Assim, o antissemitismo se manifestou através do ódio, perseguição, tortura e extermínio dos judeus. A princípio, judeus tiveram seus bens confiscados e muitos foram expulsos ou fugiram da Alemanha. Dentre os que permaneciam, havia também o isolamento nos guetos e o uso como cobaias em experiências científicas.

10- Expansionismo

Desenho do avanço da blitzkrieg alemã


A ideologia nazista pregava a existência de um espaço vital para os alemães, chamado de lebensraum, ou seja, um grande território para que a raça ariana pudesse se desenvolver. Vale ressaltar que Hitler tinha a intenção de conquistar praticamente o mundo todo, assimilando as regiões que tivessem forte concentração alemã, como as colônias germânicas no sul do Brasil. O expansionismo levou Hitler a invadir a Polônia, fato que fez estourar aSegunda Guerra Mundial.

Para concluir, vejam a mensagem deixada por Charles Chaplin no filme “O Grande Ditador”, de 1940. Neste filme, ele faz um último discurso, condenando as práticas totalitaristas e a transformação do homem em máquina. Sua mensagem é a mais atual possível.

Postado por: Jardel Ollvieira
Fonte:http://www.historiadigital.org/historia-geral/idade-contemporanea/regimes-totalitarios/10-ideologias-do-nazi-fascismo/

Postado por Unknown às 14:44 Nenhum comentário:
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10 imagens raras de Hiroshima

No dia 06 de agosto de 1945, foi lançada a bomba atômica “Little Boy” sobre a cidade japonesa de Hiroshima. O ataque ocorreu através do avião B-29 “Enola Gay” e iniciou o chamado temor nuclear, que permaneceria no decorrer de toda a Guerra Fria. Para lembrar o ocorrido, selecionamos 10 imagens raras de Hiroshima. Sugerimos cautela, pois algumas imagens são bem fortes.

Esta lista trata da Segunda Guerra Mundial e os ataques atômicos que acabaram levando o Japão a se render. Para conhecer o contexto histórico em que isso ocorreu, leia o resumo sobre a Segunda Guerra Mundial.


Efeito da bomba atômica
Vista aérea de Hiroshima
Hospital em Hiroshima
Homem com queimaduras
Corpo queimado de criança
Impressão do corpo em celeiro
Impressão do corpo na ponte
Dia após o ataque de Hiroshima
Cova coletiva
Catarata devido a forte luz


Postado por: Alice Silva
Fonte: http://www.historiadigital.org/historia-geral/idade-contemporanea/segunda-guerra-mundial/10-imagens-raras-de-hiroshima-apos-o-ataque-de-1945/
Postado por Unknown às 14:33 Nenhum comentário:
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Charges




(Depois vocês, honroso Adolf)



Postado por: Jardel Olliveira
Fonte: Google Imagens

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domingo, 18 de agosto de 2013

Cotidiano do Brasil durante a Segunda Guerra Mundial
No caminho para a Europa, havia Natal. Nunca antes a cidade tinha recebido tantos turistas. Rapazes brancos que em poucos dias ficavam cor de laranja sob o sol, o que não espantava as moças da cidade. Elas cercavam os GIs para conhecer as novidades, inéditas na história do país. Whisky, Coca-Cola, Lucky Strike, foxtrot e bombardeiros de 16 toneladas.

Cotovelo geográfico

Hoje, quem anda pela orla em Natal chega a Miami. A praia de Miami, assim batizada graças a quem a frequentava 70 anos atrás. No auge da Segunda Guerra, tomar sol em Miami, Rio Grande do Norte, era um dos passatempos dos 10 mil soldados americanos que, entre 1942 e 1945, operavam as bases militares mais importantes dos aliados no Hemisfério Sul - o Campo de Parnamirim e a Base Naval de Hidroaviões.

Espécie de cotovelo entre a América e a África, o Nordeste brasileiro era considerado pelos americanos um dos pontos mais estratégicos do mundo. Os aviões militares, que partiam da Miami original, nos EUA, faziam escala em Porto Rico, Trinidad e Belém - para depois partirem rumo a Senegal, Togo e Libéria e daí à Europa, levando carga ou os próprios bombardeiros, como as fortalezas voadoras B-17 e B-24. Parnamirim virou o aeroporto mais congestionado do mundo, com até 800 pousos e decolagens por dia. "Antes pacata e tranquila, a vida noturna de Natal alterava-se profundamente: era agora agitada e trepidante; bares e boates surgiam da noite para o dia", escreve o jornalista Murilo Melo Filho em seu livro de memórias, Testemunho Político. A americanização logo chegou aos trajes. Os homens abandonaram os ternos e as calças de risca-de-giz e passaram a vestir roupas cáqui de inspiração militar. As calças de brim azul, usadas nas horas vagas por recrutas americanos, chegaram ao Brasil via Natal - embora só fossem se espalhar pelo país na década de 50. As moças - que antes só passeavam na companhia de pais e irmãos, vestidas com saias rodadas - agora andavam sozinhas, de calças compridas, mascando chicletes, o sinal inconfundível da modernidade.

Além dos soldados, Natal recebeu estrelas do showbiz, enviadas pelo governo dos EUA para levantar o moral das tropas. Humphrey Bogart veio animar a estreia de Casablanca no teatro da base, em 1942. A orquestra de Glenn Miller tocou no Cine Rex. Nos prédios das bases militares, sucediam-se festas onde os combatentes americanos se misturavam aos jovens - e, principalmente, às jovens - natalenses.

Além de cortejar as moças de família, os americanos eram frequentadores de prostíbulos como o Wonder Bar, a Casa da Maria Boa, a Pensão Estela e o Bar Ideal. (Para controlar as doenças venéreas, os médicos do exército passaram a examinar as moças da zona de meretrício e as garotas saudáveis ganharam atestados chamados love cards.) Em Natal, mais do que em qualquer outro lugar das Américas, a política da boa vizinhança era um tremendo sucesso.

A Política de Boa Vizinhança do presidente americano Franklin Roosevelt era uma doutrina para toda a América Latina, visando combater o antiamericanismo e as simpatias pelo Eixo por meio de trocas culturais patrocinadas pelo Estado. Quando o Brasil entrou na guerra do lado aliado, em 22 de agosto de 1942, assumiu mais que um compromisso militar. Os americanos deixavam de ser figuras de cinema para se tornarem presenças físicas. Os brasileiros, antes só exóticos, viraram exóticas figuras de cinema.

-O que é isso, senhora Miranda?

-Um reco-reco.

-Reco... reco? - a voz poderosa vinha em fortíssimo sotaque americano.

-Sim. E isto é um pandeiro.

-Pandeiro?

-Sim, um pandeiro. Algo errado, mister Welles?

-Nada. É que às vezes fico meio confuso.

Era 15 de novembro de 1942 e o diálogo ocorria em um estúdio no Rio de Janeiro, transmitido diretamente à radio CBS dos EUA. Ao redor do microfone estavam Orson Welles - a voz mais famosa do país, graças à transmissão de A Guerra dos Mundos, em 1938, e que havia acabado de estrear no cinema com Cidadão Kane - e Carmem Miranda, que na época já era uma estrela de Hollywood. Ela tinha migrado aos EUA meses antes da guerra - quando o conflito começou, havia estourado na Broadway com o musical Streets of Paris, cantando Mamãe Eu Quero. Lá, ganhara o apelido de brazilian bombshell. Carmen era a encarnação da política de boa vizinhança: em 1940, se apresentou na Casa Branca e no mesmo ano foi eleita a terceira personalidade mais popular de Nova York.

Nas dezenas de filmes dos quais participou em Hollywood, Carmem se tornaria um estereótipo não só do Brasil mas também de toda a América Latina. Já Welles havia sido enviado para cá com a incumbência de gravar um documentário sobre o país - encomenda do Office of Interamerican Affairs. Welles virou figura folclórica nas noites cariocas: acompanhado de tipos como Grande Otelo, tomava proverbiais bebedeiras de cachaça, colecionava amantes e discorria sobre as origens comuns do jazz e do samba para extasiados convivas em bares e boates.

O Office havia enviado ao Brasil outro personagem ilustre: Walt Disney. O Rio de Janeiro foi a principal parada em uma viagem pela América Latina, no início de 1941 - uma espécie de pesquisa de campo para um filme de propaganda da amizade continental. Disney instalou seu QG no Copacabana Palace e cercou-se de artistas locais para sentir o clima. Com a ajuda de cartunistas brasileiros como J. Carlos e Luiz Sá, criou o maior sucesso da Disney no Brasil: Zé Carioca. Aliás, não criou: encontrou. Na comitiva brasileira estava o músico José do Patrocínio Oliveira, paulista de Jundiaí. Como membro do Bando da Lua, a banda de Carmem Miranda, viveu nos EUA, onde aprendeu inglês. Foi assim, sendo ele mesmo, que interpretou o papagaio Zé Carioca na animação Alô, Amigos, de 1942. Pois é, Zé Carioca era paulista. O personagem ainda é publicado no Brasil, enquanto ninguém se lembra mais dele no exterior.

A missão de Welles não foi tão bem-sucedida: em vez de gravar loas ao governo Vargas - conforme a encomenda -, ele registrou a vida nos cortiços cariocas e de tecelões e pescadores pobres no Nordeste. Os rolos acabaram confiscados. As imagens do documentário ainda existem, mas nunca foram montadas.O filme se chamaria: It's All True (É tudo verdade).

Matérias-primas

Os EUA não queriam a amizade do Brasil apenas por bases e danças exóticas nem pagaram com papagaios: como parte dos acordos com o governo Vargas, os EUA financiaram a construção da Usina Siderúrgica Nacional de Volta Redonda - que custou 200 milhões de dólares da época (hoje cerca de 2,6 bilhões de dólares). Do Brasil, os EUA queriam matérias-primas importantes ao esforço de guerra. A principal era a borracha, usada em tanques, jipes, aviões, uniformes e armamentos.

A indústria da borracha estava praticamente morta no Brasil desde o início do século 20. Nativa da Amazônia, a seringueira foi plantada pelos ingleses em suas colônias do Sudeste Asiático e essas plantações tinham uma produção muito maior que as brasileiras, pois estavam livres de pragas nativas. Mas os japoneses ocuparam a região e bloquearam o acesso às plantações. Além disso, o Brasil era fonte de materiais que iam desde minérios simples, como ferro e manganês, até diamantes industriais, óleos vegetais e carne em conserva. E era o único produtor disponível de cristais incolores de alta qualidade, o quartzo, utilizados em aparelhos de comunicação, detectores de som e de localização usados contra submarinos e aviões. A cera de carnaúba, palmeira nativa do Brasil, tem várias aplicações industriais: era usada na produção de vernizes à prova d¿água pela indústria bélica. Os bichos da seda, cultivados por pequenos produtores japoneses em São Paulo, eram essenciais na fabricação de paraquedas. E a hortelã-pimenta dava origem ao mentol, que aumentava a potência da nitroglicerina.

Ao decretar guerra aos países do Eixo, Vargas tinha uma dura tarefa de convencimento. Muitos brasileiros admiravam a Alemanha. Havia mais de 200 mil descendentes de alemães no Brasil. "Cresci ouvindo dizer que os alemães eram o povo mais inteligente e avançado da Terra. Já os EUA não tinham grande expressão antes de 1939. Essa admiração pelos americanos só veio depois dos afundamentos dos nossos navios", lembra o veterano da Aeronáutica Osias Machado.

Vida de imigrante

Para a sorte de Vargas, os nazistas fizeram sua parte em cultivar o ódio dos brasileiros. Em agosto de 1942, o irmão mais velho de Osias, Messias, vivendo no Rio de Janeiro, mandou um telegrama avisando que iria ao Nordeste no navio Itagiba. Em 17 de agosto, correu a notícia de que o barco fora afundado no litoral de Sergipe. Era a quarta vítima de torpedos alemães no mês - represália ao alinhamento do Brasil com os EUA, no início do ano. Até o fim de agosto, mais de 600 brasileiros morreriam. "Achei que meu irmão estivesse no fundo do mar. Aí, pensei: agora é guerra. Quero vingança." Dias depois, veio o alívio: Messias não havia embarcado no Itagiba. Mas a semente estava plantada. "Passei da admiração ao ódio em questão de dias. Juntei um grupo de amigos e saímos quebrando o que fosse de gente do Eixo. Não me arrependo."

A raiva de Osias não era incomum. Em 19 de agosto de 1942, uma multidão saiu às ruas de Porto Alegre. "Formou-se uma grande concentração popular em frente ao Cinema Central, daí irradiando-se por toda a cidade. Os manifestantes saíram correndo pelas ruas, iniciando as depredações que se estenderam até altas horas. Na Sociedade Germania, os manifestantes penetraram no edifício, retiraram os móveis e utensílios para o meio da rua e os incendiaram", noticiou o jornal Correio do Povo.

Até os comunistas aderiram à mobilização de Vargas. Na época, muitos líderes estavam presos. Ainda assim, os esquerdistas em liberdade se uniram ao regime contra o inimigo comum. "Os membros do PCB que não estavam em cana chegaram a criar um slogan na época: `Quem é jovem vai pra guerra¿. E a palavra de ordem foi levada a sério", diz o historiador René Gertz, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

O Estado Novo foi um regime autoritário nacionalista - pelo decreto-lei 406, de 4 de maio de 1938, as escolas em língua estrangeira foram proibidas. No ano seguinte, foi a vez das igrejas - só o latim sobreviveu nos rituais católicos. Quando o Brasil entrou na guerra, também foram proibidas publicações em qualquer língua que não o português. Para viajar de um estado a outro, descendentes de alemães, italianos e japoneses precisavam de salvo-conduto emitido pela polícia. Não podiam se reunir, nem mesmo em casa. De 1942 a 1945, cerca de 3 mil pessoas foram presas sob acusações de serem "súditos do Eixo" e enviados para 12 campos de prisioneiros, os maiores nas cidades paulistas de Pindamonhangaba e Guaratinguetá.

O preço do azeite

Em janeiro de 1944, na véspera de embarcar para um treinamento nos EUA, Osias, voluntário do 1º Grupo de Caça da Força Aérea Brasileira, resolveu se despedir almoçando à beira da baía de Guanabara. Com o uniforme da FAB, entrou no restaurante Albamar - que existe até hoje - e pediu peixe. De garfo à mão, deu uma espiadela no vidro de azeite. "O azeite custava 20 cruzeiros. O peixe, uns 5", lembra. O azeite era e ainda é importado. Com o comércio internacional bloqueado pelos submarinos alemães, o preço se tornou impraticável. Osias ponderou e deu de ombros, pedindo o peixe sem azeite mesmo. Foi interrompido por uma voz com sotaque português na mesa ao lado, entre indignada e gentil. "Na minha terra, quem vai guerrear almoça de graça. E peixe só se come com azeite. Eu pago tudo." Pela gentileza do lusitano filantropo, Osias pôde enfrentar os nazistas com a força adicional do azeite de oliva.

Racionamento

A falta de itens elementares, como pão branco, gasolina e diesel, tornou-se parte do dia a dia bem antes do rompimento das relações diplomáticas com o Eixo. Em 1939, a escassez de trigo esvaziava os fornos das padarias - o Brasil sempre importou trigo. Em 1942, o governo tentou resolver o problema criando o "pão de guerra", feito com farinha de milho. Os preços eram tabelados. Em São Paulo, o pão branco custava 2,50 cruzeiros. O pão de guerra, 1,60. "Foi um dos momentos em que a mobilização da guerra chegou fundo no cotidiano das pessoas. O pãozinho branco já estava muito instituído entre nós", diz Roney Cytrynowicz, autor da obra Guerra Sem Guerra: a Mobilização e o Cotidiano em São Paulo durante a Segunda Guerra Mundial.

Nos bares e restaurantes, reclamava-se que o pão de guerra tinha gosto de areia. Mas, se faltava pão, havia macarrão - importado da Argentina. Nascia o "pão de macarrão", tão popular que sua receita ainda pode ser encontrada no livro Não É Sopa, de Nina Horta, de 1995. Petróleo e carros eram outra parte importante do cotidiano. Para contornar a escassez (o país importava cada gota de óleo), em 1940 o governo decretou que todo proprietário de dez automóveis deveria ter, pelo menos, um movido a gasogênio. Em 7 de maio de 1942, começaram os racionamentos. Em julho, carros particulares foram proibidos no Rio. Logo, a maioria dos donos de carro teve de trocar os motores.

O colapso nos transportes levou à falta de outros itens - os ovos, o açúcar e o sal demoravam para chegar às grandes cidades. Em 1944, começou a faltar até lenha. Não havia peças automotivas, na maioria importadas. Em outubro, em São Paulo, havia mais de 300 ônibus parados por falta de chassis. No auge da escassez, o Correio Paulistano descrevia uma cidade vazia: "Nas grandes vias ermas, os distraídos pedestres atravessam as ruas sem olhar para os lados. As ruas ficaram limpas de automóveis".

A escassez levou à inflação: em São Paulo, o preço dos alimentos aumentou 400% durante os anos de guerra. O açúcar passou a ser racionado: em novembro de 1944, a cota por pessoa era de 750 g a cada 15 dias. Para comprar os gêneros que faltavam, eram usados cartões de racionamento - nos quais os donos de lojas e mercados anotavam a quantia de produto vendido. Em alguns bairros, para comprar carne, as filas começavam às 4 da manhã e os açougues só abriam duas vezes por semana. O caos nos transportes multiplicava filas na frente dos teatros, dos cinemas e das paradas de bonde - eles não foram tão afetados porque a matriz energética do Brasil era hidroelétrica.

Quem quisesse fugir dos bondes entupidos e com gente pendurada nos balaústres tinha de dividir um táxi com desconhecidos. "Ao fim do dia, os taxistas escreviam com giz o nome dos bairros residenciais no para-brisas e se enfileiravam, enquanto aguardavam os passageiros com destino comum", escreveu o jornalista americano Robert Moore, que visitou o Rio em 1944. "Quem deseja um táxi só para si é obrigado a pagar uma fortuna pela corrida."

Além dos americanos, de racionamentos e da perseguição a estrangeiros, o governo fez mais para trazer a guerra para perto. Em 1942, passaram a ocorrer blecautes nas maiores cidades brasileiras, um exercício de guerra para o caso de ataque aéreo ou naval. Cartilhas foram distribuídas para explicar o procedimento. Às 21 horas, tocavam as sirenes, escureciam os cinemas, apagavam-se a iluminação pública e até os faróis de carros. No Rio, os holofotes do Corcovado ficavam desligados. Em Salvador, até os tambores dos candomblés cessavam. "Pelas esquinas, rondavam os vigias, atirando pedrinhas nos telhados de casas onde houvesse luzes acessas. Portas e janelas eram acortinadas com pano preto, as frestas tapadas com jornal. Todos esperando o bombardeio", conta o escritor Paulo Carvalho-Neto em Morrer pelo Brasil.

Em Natal, o Dia da Vitória, 8 de maio de 1945, foi um fiasco. Multidões comemoravam na Times Square de Nova York, na praça Vermelha de Moscou e na avenida Rio Branco, no Rio. Ali ninguém saiu às ruas. O Teatro Carlos Gomes, onde seria celebrado o evento, estava deserto. Os organizadores foram às ruas para catar mendigos e prostitutas para ocupar os 600 lugares vazios. O discurso da vitória foi feito para uma plateia sonolenta, totalmente desinteressada. O for all, ou forrobodó, havia acabado.

Espiões nazistas no Rio

Fundado em 1928, o braço brasileiro do Partido Nazista era o maior fora da Alemanha - chegou a contar com mais de 2 mil membros, quase todos saídos dos 200 mil descendentes de alemães que viviam no Brasil na época. A seção brasileira do Partido Nazista foi desbaratada em 1938, quando Getúlio Vargas proibiu todos os partidos políticos, inclusive os estrangeiros. Mas isso não impediu que a Abwehr, o serviço de informações de Hitler, armasse uma rede de espionagem em solo brasileiro. Os espiões do Reich (na maioria amadores) passavam informações sobre política interna, geografia e movimento nos aeroportos por meio de rádios piratas, cartas com tinta invisível e microfotografias. Após a entrada do Brasil na guerra, todos os descendentes germânicos viraram suspeitos e muita gente inocente foi presa só por dizer guten tag (bom dia) na rua. Espiões de verdade foram também pegos: um dos líderes do esquema, o empresário Albrecht Gustav Engels, foi preso no Rio de Janeiro em 1943.

Fogueira no porta-malas

Para suprir a falta de gasolina e diesel, o governo brasileiro passou a produzir em 1941 carros e ônibus movidos a gasogênio - um aparelho instalado na parte de trás do veículo que transformava carvão vegetal em combustível. Pouco a pouco, os carros a gasogênio se multiplicaram pelas ruas de cidades grandes, como São Paulo - mas mesmo eles eram proibidos de trafegar entre 9 da noite e 5 horas da manhã. Como o pão de guerra, o gasogênio não caiu no gosto de ninguém. Além de demorar para funcionar, o carro tinha metade da potência de um motor à gasolina. "Fazia uma bagunça danada. Imaginem: era como ter de acender todos os dias uma fogueira no porta-malas do carro", lembra o veterano de guerra Osias Machado. Assim mesmo, São Paulo conseguiu organizar em 1944 seu primeiro Grande Prêmio de Automobilismo em Interlagos - só com carros à base de gasogênio. O motorista vitorioso, Chico Landi, futuro piloto de Fórmula 1, foi celebrado como um herói do esforço de guerra.

A batalha da borracha

Enquanto a festa acontecia em Natal, um aspecto mais sombrio dos acordos entre Brasil e EUA se desenrolava na Amazônia. Para suprir a necessidade dos aliados por borracha, Vargas organizou um verdadeiro exército de 50 mil pessoas para sangrar as seringueiras da floresta. A maioria desses "soldados da borracha", como ficaram conhecidos, veio do Nordeste, que em 1942 passava por uma seca gigantesca. Caminhões entupidos de nordestinos embrenharam-se por estradas tortuosas e esburacadas, desde o sertão até o coração da selva. "Mas aquela gente estava acostumada à caatinga seca, e não à floresta úmida. Milhares morreram tentando colher látex, de doenças pulmonares, por picadas de aranhas e cobras etc.", diz René Gertz, da UFRGS. Estima-se que entre 15 mil e 20 mil soldados da borracha tenham morrido nas profundezas da Amazônia. Para comparação, o número de soldados brasileiros mortos em batalha na Europa ficou em 465.

Os "corações sujos"

Os imigrantes japoneses foram o grupo mais afetado pelas perseguições aos "súditos do Eixo". Em 1943, 305 famílias de moradores das ruas Conde de Sarzedas e Estudantes, no bairro da Liberdade, em São Paulo, foram despejadas à força. Pouco depois, mais de 7 mil japoneses ou descendentes acabaram expulsos de Santos e enviados para a zona rural. A triste ironia é que a mais ativa organização nipônica não agia contra brasileiros - mas contra os próprios imigrantes. Após a rendição japonesa, em 1945, nasceu em São Paulo a organização Shindo Renmei. Militarista e ultranacionalista, afirmava que as notícias da derrota eram parte de um complô - e os imigrantes ou descendentes que acreditassem nelas eram chamados de "corações sujos". Apoiada por 80% da comunidade japonesa, a seita começou uma campanha de terror contra os "derrotistas": de janeiro de 1946 a fevereiro de 1947, assassinos da Shino Renmei mataram 23 imigrantes.

Postado por: Jardel Oliveira
Fonte:http://guiadoestudante.abril.com.br/aventuras-historia/veja-como-era-cotidiano-brasil-durante-segunda-guerra-mundial-729408.shtml
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5 atentados frustrados contra Hitler


Desde sua ascensão ao poder, Adolf Hitler enfrentou constantes ameaças à sua vida. Historiadores identificam mais de quarenta atentados, desde 1939 a 1944, que só cessariam com o suicídio de Hitler em um bunker abaixo de Berlim, em 30 de abril de 1945.

Confira, nesta lista, os cinco principais e mais bem planejados atentados que quase puseram fim ao terror e a destruição, causados pelo ditador alemão. Em comum, eles têm o fato de terem fracassado, por melhor que tenha sido o plano.


1. O atentado da cervejaria

Cervejaria Burgerbrau após atentado
Cervejaria Burgerbrau após atentado
Em 1939, exatamente em oito de novembro, um pouco mais de dois meses após a invasão da Polônia, da qual eclodiu a Segunda Guerra Mundial, um carpinteiro alemão, Georg Elser, de 36 anos, arquitetou todo um aparato, para um atentado, na Cervejaria Bürgerbräu, em Munique. Adolf Hitler realizaria um discurso, em aniversário de comemoração ao fracassado Putsch de Munique. Georg trabalhou noites às escondidas, para que tal artefato explodisse no meio do discurso. A bomba estava programada para ser ativada às 21h20min, mas Hitler terminou seu pronunciamento antes do esperado (coincidência ou premonição?), saindo da cervejaria às 21h07min. A bomba detonou, matando 08 pessoas e feriu 60. Hitler saiu ileso, como em todos outros atentados.
2. Atentado na terra do rei-sol

Militares nazistas marchando embaixo do Arco do Triunfo, em Paris, França
Paris, 14 de junho de 1940, as forças do Terceiro Reich passam pelo Arco do Triunfo e desfilam pela Avenida Champs-Elysées. Após quase um mês de resistência, a França é capitulada pelas forças de Adolf Hitler. Hitler visitaria o território conquistado, e um desfile estava programado para o dia 27 de junho de 1940, contando com sua presença. Nesse período, a insatisfação de alguns militares já se encontrava em pleno vapor. Com isso, Fritz-Dietlof von der Schulenburg, membro do partido Nazista desde 1932, junto com outros militares, arquitetavam assassinar Hitler a tiros, enquanto passaria em seu carro na parada militar. Porém, tal desfile teve sua data alterada, pois Hitler adiantaria sua viagem para o dia 23 de junho. Schulenburg seguiu com o plano, e em 1941, um novo desfile é marcado, mas, como força do destino ou alguma “proteção”, Hitler cancela novamente tal desfile.
3. Atentado da bomba aérea

Foto de Henning von Tresckow
Henning von Tresckow
Em 1943, em uma visita ao front oriental, oficiais da resistência alemã preparavam um explosivo para ser levado ao avião do qual Adolf Hitler partiria. O general Henning von Tresckow, com a cooperação de mais alguns da resistência, programaram uma bomba, juntamente com um detonador, que estava programado para ser acionando 30 minutos mais tarde. Um fato curioso é que tais artefatos foram introduzidos em uma caixa que, para os olhos dos nazistas, levava conhaques, que seria um presente para um oficial em Berlim. O plano teria tudo para dar certo, e encerrar a guerra antes do esperado, se não fosse por um equívoco da química e da física. O detonador foi acionado, mas a bomba não explodiu, a aeronave estava em uma altitude tão elevada, que acabou congelando as espoletas, ocasionando o fracasso da operação.
4. Operação Valquíria

Toca do Lobo após atentado
Toca do Lobo após atentado
Uma operação que deveria proteger o Terceiro Reich contra golpes de Estado acabou sento arquitetada contra Hitler. Com o objetivo de tomar o controle da Alemanha, oficiais da resistência do alto escalão nazista protagonizaram o maior atentado contra Hitler. O coronel Claus von Stauffenberg se dirige a Toca do Lobo, Prússia Oriental, quartel-general da qual Hitler realizaria uma reunião que contava com oficiais nazistas, e também com o líder italiano, Benito Mussolini. Com duas bombas em sua pasta, Stauffenberg monta todo o aparato em um banheiro, e se dirige a reunião, colocando a pasta em baixo da mesa principal, ao lado onde Hitler se acomodaria. Longe da Toca do Lobo, os oficiais da resistência já preparavam todo o golpe, assim que fosse confirmada a morte do líder alemão. Mas nem tudo saiu como planejado, a bomba foi acionada, mas, mais uma vez, Hitler sairia ileso, contando apenas com alguns ferimentos.
5. Estratégia dos Aliados

Propaganda de guerra anti-nazista
“Não deixe esta sombra tocá-los. Compre bônus de guerra”
A maioria dos atentados contra Adolf Hitler foram planejados pelos próprios membros do partido nazista e militares. No entanto, o que não sabemos é que os Aliados (EUA, Reino Unido, URSS) tinham planos dos mais mirabolantes possíveis para um assassinato do líder Alemão. A Grã-Bretanha liberou arquivos secretos da Segunda Guerra Mundial ao público, dentre eles há um que continha a intenção de matar Hitler já no final do conflito. Com o consentimento de Winston Churchill, primeiro-ministro britânico na época, foram montadas operações complexas, que nunca foram postas em ação. Dentre eles: envenenamento, ataques com armas de fogo, bombardeio a sua residência em Berchtsgaden, descarrilamento de trilhos de trem, dentre vários outros. Por explicações ainda desconhecidas, tais operações jamais foram concretizadas, talvez por questões de segurança, ou até mesmo pelo fato de que, talvez, a morte de Hitler causasse consequências ainda piores do que em vida.
Postado por: Jardel Oliveira
Fonte: http://www.historiadigital.org/curiosidades/5-atentados-frustrados-contra-adolf-hitler/
Postado por Unknown às 10:37 Nenhum comentário:
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sábado, 17 de agosto de 2013

Curiosidades da Segunda Guerra Mundial

*Um submarino, U-120 de origem alemã, naufragou por causa de um detalhe, digamos, pífio: Por um problema no banheiro dos tripulantes. Acredite se quiser.

*O Pentágono, centro da inteligência dos Estados Unidos, possui um número de toaletes mais do que necessário para a sua operação. Isso tem uma explicação. Quando a sua construção foi iniciada, isso na década de 40, leis de segregação ainda persistia, o que fez criar banheiros especiais para brancos e outros banheiros de uso exclusivo dos negros.

*Cerca de 80% dos homens que nasceram na URSS (União Soviética) em 1923, não voltaram são e salvos da Segunda Guerra Mundial.

* Entre os anos de 1939 e 1945, que foi o período em que as guerras ocorreram, aproximadamente 3,4 milhões de toneladas de bombas foram despejadas nos territórios. Isso é revertido em uma média de mais ou menos 27.700 toneladas de bombas mensais.

*A maioria dos componentes da Waffen SS alemã nem eram naturais do país.

*Na Segunda Guerra, 2 entre cada 3 mortos eram pessoas civis.

*Estima-se que mais de 40 mil homens teriam servido em submarinos da Alemanha. Dos que tripulavam unidades do U-Boat, aproximadamente 30 mil desses homens nunca mais foram vistos, e nem relatos sobre os mesmos apareceram.

* Dos generais que a Alemanha mantinha, cerca de 140 foram mortos. Era uma média de um general morto a cada uma semana. Desses, 85 morreu nas mãos do sanguinário ditador Adolf Hitler.

* Em quase um ano, os aliados na Segunda Guerra tinham quase meio milhão de pessoas feridas e cerca de 200 mil baixas.

Postado por: Daniele Sousa
Fonte:http://www.culturamix.com/cultura/historia/fatos-curiosos-sobre-a-segunda-guerra-mundial
Postado por Unknown às 06:35 Nenhum comentário:
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Japão recorda o dia em que saiu derrotado da Segunda Guerra Mundial


O dia 15 de agosto marca a data da rendição nipónica. Este ano, a polémica estalou quando o primeiro-ministro Shinze Abe enviou uma oferenda para um santuário onde são homenageados antigos militares que o Ocidente considera como criminosos de guerra. Dois dos seus ministros visitaram mesmo o referido templo.

Postado por: Jardel Oliveira
Fonte:http://pt.euronews.com/2013/08/15/japao-recorda-o-dia-em-que-saiu-derrotado-da-segunda-guerra-mundial/


Postado por Unknown às 06:21 Nenhum comentário:
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sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Poema: Segunda Guerra Mundial

Quando Hitler a Polônia invadiu
Um grande conflito surgiu
Eixo contra Aliados
Estariam todos preparados?

Com a Blitzkrieg os alemães começaram
Uma Guerra Relâmpago que a todos assustaram
Com o objetivo de uma rápida vitória
Adotaram uma aviação que ficou na história

Com Pearl Harbor sendo atacada por Japão
A vingança dos EUA foi a intenção
Não reagiram de nenhuma forma até então
Para que no fim conseguisse de Japão a rendição

Em 15 de agosto o Japão se rendeu
Pois com ataques bélicos pro EUA perdeu
O fim de uma guerra teria acontecido
E a Guerra Fria havia se sucedido

Postado por: Jardel Oliveira
Fonte: Autoria própria de JARDEL e ALICE.
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Olá, sejam bem vindos. Somos um grupo formado por números pares da turma 3º ""B"" da escola Francisco de Almeida Monte. Nosso trabalho é trazer para vocês informações sobre a Segunda Guerra Mundial, propostas pela professora de História Éricka Natália, através de documentos, charges, comentários, fotos e etc. Portanto, esperamos que vocês divirtam-se, informem-se e interajam. Agradece, o blog Não compare os pares.

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