MundoGuerra, segunda guerra mundial: um conflito jamais esquecido

O blog "Não compare os pares" é uma idealização dos números pares da turma do 3º "B" da escola Francisco de Almeida Monte, destinada à publicação de informações a respeito da Segunda Guerra Mundial

sábado, 24 de agosto de 2013

Batalha de Kursk – um combate de titãs da Segunda Guerra Mundial


Os veteranos dessa guerra comemoram hoje uma data especial. Há precisamente setenta anos, no dia 23 de agosto de 1943, terminou a Batalha de Kursk, que durou quarenta e nove dias. Os combates envolveram cerca de dois milhões de efetivos, seis mil tanques e quatro mil aviões. Até essa altura, a Rússia tinha perdido extensões enormes do seu território e sofrido prejuízos gigantescos. Isso obrigou o país e o seu exército a se mobilizar ao máximo e a desferir ao inimigo um golpe demolidor no setor Kursk-Orlov, no verão de 1943. A vitória das tropas soviéticas em Kursk foi decisiva na alteração do rumo da Segunda Guerra Mundial.

Por toda a Rússia se realizam comemorações solenes dedicadas ao 70º aniversário da Batalha de Kursk. Essa data recebeu um estatuto de comemoração nacional. Os historiadores, contudo, continuam a debater quem terá vencido a batalha. Do ponto de vista formal, o campo de Prokhorovka continuou nas mãos dos alemães. Mas também Borodino, em 1812, tinha ficado em poder dos franceses.

No fim da campanha de inverno de 1942–43, as tropas hitlerianas "lambiam as feridas" depois da Batalha de Stalingrado. Apesar de, na primavera, elas terem conseguido desferir um pesado golpe nas tropas russas no sudoeste e recuperar Kharkov, que tinha sido libertada, já não estavam porém em condições de realizar ofensivas mais substanciais.

O Exército Vermelho, depois de Stalingrado sentia a necessidade de complementar seus recursos e de se reequipar com material novo. Ainda mais importante era a preparação da campanha de verão. Nessa situação, era importante descortinar a direção da ofensiva principal.

A ofensiva mais vantajosa para as tropas nazistas seria na saliência entre Kursk e Orlov, onde o Exército Vermelho tinha penetrado 150 quilômetros na frente alemã. Hitler apelidou a futura operação de Operação Cidadela. O planejamento estava a cargo do seu estratego principal, o marechal-de-campo Erich von Manstein. Foi, aliás, ele próprio que qualificou a derrota de Kursk como "o colapso da Wehrmacht". Estava previsto que dois poderosos ataques nos flancos iriam permitir aos alemães cercar as tropas soviéticas e abrir o caminho, primeiro em direção Kursk, e depois em direção a Moscou.

O comando supremo do Exército Vermelho também tinha chegado à conclusão que a direção de Kursk seria a principal durante a campanha de verão. Era necessário construir linhas defensivas, assim como acumular meios não só defensivos, mas também ofensivos. A fase da ofensiva seria decisiva. É verdade que o comando soviético cometeu um erro. O Estado-Maior considerou que o ataque principal seria realizado ao flanco norte, onde se situava a Frente Central comandada pelo general de exército Konstantin Rokossovski. O flanco sul, a cargo da Frente de Voronej comandada pelo general de exército Nikolai Vatutin, teria um papel secundário. Na retaguarda foi organizada a Frente da Estepe, de reserva, comandada pelo coronel-general Ivan Konev.

Já nos primeiros dias da batalha, que teve início a 5 de julho, se tornou claro que as tropas nazistas tinham concentrado suas forças principais no sul. As unidades da Frente de Voronezh aguentaram com firmeza e, enquanto decorria o reagrupamento de forças, conseguiu se manter pelos seus próprios meios, mas em alguns locais teve de ceder até 35 quilômetros. Os alemães aumentavam a pressão. No dia 12 de julho, o general Vatutin lançou no combate o 5º Exército Blindado do general Rotmistrov. As divisões de blindados de elite das SS e os tanques soviéticos entraram num combate frente a frente junto da aldeia de Prokhorovka. Nesse combate participaram mais de mil tanques de ambos os lados. As perdas foram enormes. O historiador militar e escritor Vassili Zhurakhov, de Belgorod, apresenta a sua análise desses acontecimentos:

"Stalin pensava que as tropas de Vatutin poderiam não aguentar porque tinham pela frente as divisões de blindados de elite das SS Totenkopf (Caveira), Grossdeutschland (Grande Alemanha) e Adolf Hitler. Se as nossas tropas não aguentassem, esses tanques seriam enfrentados pela Frente da Estepe. Esta tinha um papel duplo. Em caso de rutura da frente pelos alemães, eles iriam impedir seu avanço. Mas Vatutin conseguiu aguentar esse ataque e mesmo passar à contraofensiva. Assim, as tropas da Frente da Estepe foram enviadas em seu auxílio. Eram forças completamente frescas, poderosas e com material novo."

O resultado principal da batalha foi que as tropas hitlerianas começaram a retirar e desistiram de avançar sobre Kursk. A partir dessa altura, teve início a fase de ofensiva. Foi quando em Moscou foi lançado o primeiro fogo-de-artifício de vitória em honra da libertação de Belgorod e de Kharkov. Para muitos combatentes esse acontecimento foi uma surpresa. Estas são as memórias do antigo mecânico de aviões e participante da Batalha de Kursk Nikolai Sologub:

"O avião tinha rádio e nós ouvimos um aviso que ia ser lida uma declaração oficial importante. Repetiram várias vezes pela rádio que ia ser lida uma declaração oficial importante. Até pensamos se os alemães não teriam utilizado substâncias tóxicas. Mas afinal era a comunicação do decreto do comandante-supremo sobre a primeira salva de vitória."

As tropas soviéticas, depois da Batalha de Kursk, nunca mais perderam a iniciativa estratégica. Oficialmente é considerado que a batalha terminou a 23 de agosto, ou seja, durou 49 dos 1418 dias que durou a guerra contra a Rússia. O Exército Vermelho continuou a derrotar o inimigo sem parar depois da Batalha de Kursk. Já em setembro, as tropas da Frente de Voronej atingiram o rio Dnepr, e no dia 6 de novembro foi libertada a cidade de Kiev, capital da Ucrânia.

Por ocasião da data dessa batalha decisiva, Prokhorovka foi visitada, a 12 de julho de 2013, pelo presidente da Federação Russa Vladimir Putin e, no dia 23 de agosto, Kursk deverá esperar o primeiro-ministro Dmitri Medvedev.

Postado por: Jardel Olliveira

Leia mais: http://portuguese.ruvr.ru/2013_08_22/batalha-de-kursk-um-combate-de-titas-da-segunda-guerra-mundial-2313/

Postado por Unknown às 19:58 Nenhum comentário:
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quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Documentário resumido sobre a Segunda Guerra Mundial

Ainda temos mais vídeos além desse! 


Postado por: Jardel Olliveira
Fonte: Autoria própria 

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terça-feira, 20 de agosto de 2013

Animação japonesa traz criador de famoso avião de guerra


A animação "The Wind Rises", do premiado cineasta japonês Hayao Miyazaki, ganhou nesta quarta (14) um novo trailer legendado em inglês.

O longa, líder de bilheteria no Japão há quatro semanas, será lançado no Ocidente este mês, no Festival de Veneza . Em setembro, estará na programação do Toronto International Film Festival.

Escrito e dirigido por Miyazaki, "The Wind Rises" é uma biografia de Jiro Horikoshi, designer que projetou o avião de combate Mitsubishi A6M Zero, utilizado na Segunda Guerra Mundial.

Marcada pelas cores vívidas de Miyazaki, a história do engenheiro Jiro Horikoshi é o primeiro filme do diretor centrado em uma figura histórica e em eventos reais.

Após o lançamento do filme, que aborda temas como o nacionalismo e conflitos armados, Miyazaki chegou a receber críticas de que estaria fazendo uma referência velada ao governo japonês.

O cineasta ganhou o Oscar de melhor animação em 2003, por "A Viagem de Chihiro" (2001).

Obs.: Link do vídeo abaixo.

Postado por: Jardel Oliveira
Fonte: Uol educação >> http://cinema.uol.com.br/noticias/redacao/2013/08/15/animacao-japonesa-traz-criador-de-famoso-aviao-de-guerra-veja-trailer.htm
Postado por Unknown às 20:45 Nenhum comentário:
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5 coisas que você não sabia sobre Hitler no dia em que ele faria aniversário

Péssimo aluno, poeta e apoiador de uma revolta comunista. Livro conta curiosidades sobre a vida do Führer

  Reprodução

Filho de um funcionário da alfândega, Adolf Hitler (1889-1945) teve uma infância pobre e uma adolescência triste e solitária. Detalhes de sua vida – alguns nunca antes revelados – foram expostos em 265 verbetes no livro “O arquivo de Hitler”, escrito por Patrick Delaforce, ex-combatente da Segunda Guerra Mundial. A obra está prestes a ser lançada no Brasil pela Panda Books.

O sonho de Hitler era ser artista


O ditador teve uma adolescência muito sofrida. Em setembro de 1900, aos 11 anos, ingressou na Realschule de Linz, uma escola secundária que formava rapazes para a carreira comercial ou técnica. “De modo algum desejava me tornar um funcionário público. Um dia, tive certeza de que seria pintor, um artista... Meu pai ficou perplexo, mas logo se recuperou... ‘Artista, não, jamais enquanto eu viver!’”, assim escreveu Hitler em seu livro Mein kampf. Aos 16 anos, após a morte do pai, Alois Hitler, Adolf se mudou para Linz com sua mãe, irmã e tia e consagrou “toda a vida à arte”. Ele fazia esboços, pintava, projetava museus, uma ponte sobre o rio Danúbio, teatros e até mesmo a completa reconstrução de Linz. Fez também, por um tempo, algumas aulas de piano. Além disso, frequentava concertos, teatros, um clube de música, outro de livro e um museu de cera. Como teria sido a história da Alemanha se Hitler tivesse obtido sucesso em seu sonho?


  Reprodução
O filho de Alois Schickelgruber e Klara Hitler ainda bebê
Hitler escrevia poemas

Aos 15 anos, Adolf passava a maior parte do tempo desenhando, pintando e lendo. Nessa época, morava numa casa de família em Steyr, na Áustria, onde ficava a escola que então frequentava. Escreveu também, com essa idade, um poema um tanto quanto incoerente. Os símbolos (-) são palavras indecifráveis: 

As pessoas ali se sentam numa casa ventilada
Enchendo-se de cerveja e vinho
Comendo e bebendo em êxtase
(-) então de quatro.
Ali escalam os altos picos das montanhas
(-) com as faces cheias de orgulho
E caem como acrobatas em cambalhotas
E não podem se equilibrar
Então, tristes, voltam para casa
E em calma esquecem o tempo
Então ele vê (-), sua esposa, pobre homem,
Que lhe cura as feridas com uma boa sova.

O poema estava ilustrado com o desenho de uma mulher robusta surrando o marido. 
E a fase poeta de Hitler não acabou na adolescência. Durante a guerra de trincheiras, em 1915, o ditador escreveu: 

Frequentemente sigo em noites frias
Ao Carvalho de Odim no calmo bosque
Tecendo com negra magia uma união
A Lua traça runas com seu feitiço
E sua mágica fórmula humilha
Os que se enchem de orgulho à luz do dia!
Forjam suas espadas em fulgurante aço – mas, em vez de lutar,
Congelam como estalagmites
Assim se distinguem as almas – as falsas das verdadeiras
Penetro um ninho de palavras
E distribuo dádivas aos bons e aos justos
E minhas mágicas palavras lhe trazem bênçãos e riquezas!
 


Hitler era um adolescente preguiçoso na escola

Observe o boletim de quando o ditador cursava a 4ª série, na escola de Steyr, emitido em 15 de fevereiro de 1905.



Um empenho sofrível na escola mostra como o adolescente de 16 anos era preguiçoso. Mas quando o assunto era arte, ele obtinha ótimos resultados. Porém, o mais espantoso era seu excelente desempenho em ginástica, já que, quando adulto, Hitler detestava exercícios físicos, raramente caminhava e não praticava esportes. 

O primeiro amor de Hitler foi uma judia 


Muitos sabem que Adolf Hitler tinha uma relação muito forte com sua mãe. Mas o primeiro amor dele, de fato, foi Stefanie (ou Stephanie) Isak, uma jovem loira e alta que vivia no mesmo subúrbio de Linz. O sobrenome dela indicava que fosse judia, mas isso não o incomodava. 

O menino apaixonado de 17 anos dedicou a ela uma série de poemas românticos e, na companhia de seu melhor amigo, Gustl Kubizek, ficava todos os dias esperando Stefanie passar na rua, que infelizmente estava sempre sob o olhar atento da mãe. 

Hitler confessou a Gustl que, para fugir com ela, seria capaz de sequestrá-la. E como a moça o ignorava, Adolf planejou suicídio nas águas do rio Danúbio, levando-a consigo. Stefanie, que possivelmente nunca conversou com Hitler, acabou se casando com um soldado, o tenente Jasten. 

Hitler já ficou do lado de um movimento comunista

Logo depois do armistício de 11 de novembro de 1918, que pôs fim à Primeira Guerra Mundial, o cabo Adolf Hitler deixou o hospital e retornou a Munique. Lá, ficou fascinado por um jornalista judeu e fanático socialista, Kurt Eisner (1867-1919), que era também crítico teatral da cidade. Kurt Eisner organizou uma revolução que proclamou a Baviera um estado livre da mornarquia alemã em 1918.

Postado por: Jayne de Sousa
Fonte:http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI134572-17770,00-COISAS+QUE+VOCE+NAO+SABIA+SOBRE+HITLER+NO+DIA+EM+QUE+ELE+FARIA+ANIVERSARIO.html
Postado por Unknown às 19:47 Nenhum comentário:
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Conclusão
Após a postagem de todos os conteúdos solicitados concluímos que a Segunda Guerra Mundial foi um dos mais importantes conflitos de toda a história da humanidade.Visto que esta guerra trouxe grandes consequências econômicas, sociais e ambientais. Seus efeitos não foram somente imediatos, mas também a longo prazo.
Quanto aos benefícios podemos citar a grande descoberta de Einstein, a qual acarretou na criação da bomba atômica, onde mais tarde possibilitou o desenvolvimento de energia nuclear que é usada até hoje.
Entretanto, essa grande descoberta trouxe também malefícios, como efeitos radioativos, a morte de inocentes, contaminação do meio ambiente e a decadência econômica de alguns países envolvidos na guerra. Dentre essas sérias conseqüências depois de seu término, como as milhões de mortes causadas por bombas atômicas e outros armamentos e ataques, cidades devastadas, pessoas mutiladas e gravemente doentes por conta da radiação.
Tiveram também pessoas que sobreviveram, porém perderam sua família e sua moradia. Novas potências mundiais foram estabelecidas, sendo os EUA a maior do mundo, seguido pela União Soviética que ficou em segundo. Crimes de nazismo, torturas, mais mortes e dor, muita dor.
Após o término da guerra, foi criado pelos aliados o tribunal de Nuremberg, para julgar fascistas acusados de crimes de guerras. Os nazistas acusados de mortes, experiências cruéis e desumanas e torturas, foram condenados à pena de morte e alguns à prisão perpétua. Uma conseqüência positiva após o término da guerra, foi a criação da ONU (Organização das Nações Unidas), que tem como principal objetivo a paz entre as nações, sempre que surge um conflito Internacional, a ONU intervém, tentando resolver os problemas com diálogos e cooperação.
Sem dúvidas a Segunda Guerra Mundial jamais será esquecida, principalmente suas marcas e conseqüências no mundo inteiro. Após o seu término, o mundo entrou em uma nova fase, a de reconstrução, e assim segue até hoje.

Postado por: Jardel Oliveira
Fonte: http://segundaguerra-etep.blogspot.com.br/ (adaptado)
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10 ideologias do nazi-fascismo

O nazismo e o fascismo foram regimes políticos que surgiram durante o chamado período entre-guerras (1919-1939). O clima na Europa era de tensão devido aos problemas políticos, sociais e econômicos que surgiram após a Primeira Guerra Mundial. Os problemas aumentaram ainda mais com a Crise de 1929, nos Estados Unidos.

Assim, prometendo a solução para a crise em seus países, Mussolini e Hitler assumiram, respectivamente, o poder na Itália e Alemanha. Posteriormente, Francisco Franco assumiria o governo da Espanha. Esta lista é sobre as características do nazi-fascismo, baseado em ideologias que tiveram grande impacto (alguns terríveis) na Europa e no mundo.
Top 10 exércitos mais poderosos do mundo

Algumas imagens abaixo fazem parte da propaganda nazista nas décadas de 1930 e 1940. Ainda que fossem comuns para a maior parte do povo alemão na época, algumas inspiram terror.

1- Totalitarismo

Várias bandeiras do nazismo enfileiradas
Totalitarismo significa a presença de um estado forte, cujo poder central tem autoridade absoluta. Esta ideologia defende que o indivíduo deve viver em função do estado. O totalitarismo está baseado no seguinte princípio: “tudo dentro do estado, nada fora do estado e ninguém contra o estado”. Para controlar um grupo de camponeses da cidade de Guernica – imortalizada na pintura de mesmo nome criada por Picasso – Francisco Franco teve a ajuda da aviação militar alemã (Luftwafe).

2- Militarismo

Pai e filho juntos na guerra
Tradução: Pela vida e liberdade
Militarismo é uma ideologia que acredita na guerra como fator de grandeza e prosperidade. Assim, a sociedade só consegue se desenvolver quando governada ou guiada por conceitos incorporados na cultura, na doutrina ou no sistema militares. Segundo este princípio, Hitler teria dito: “Na guerra eterna a humanidade se torna grande – na paz eterna, a humanidade se arruinaria”.

3- Ultranacionalismo

Hitler segurando a bandeira do nazismo
Tradução: Vida longa à Alemanha
Ultranacionalismo exalta tudo que é próprio da nação, de uma forma exagerada. Toda a política interna está ligada ao desenvolvimento do poder nacional. Esta ideologia vem carregada de autoritarismo, esforços para a redução ou proibição da imigração, expulsão e opressão de populações não-nativas dentro da nação ou de seu território e emocionalismo.

4- Unipartidarismo

Mussolini saudando a população
Unipartidarismo significa a existência de um só partido. Para fazer valer este princípio, Hiter e Mussolini dominaram o poder executivo e judiciário, enfraqueceram o poder legislativo, perseguiram políticos opositores e implantaram regimes ditatoriais em seus países.

5- Controle da propaganda

Mãe guiando seus filhos
Tradução: Mães, lutem por seus filhos!
O controle da propaganda era uma característica forte em regimes totalitários, destinado a convencer as pessoas e manter o controle do Estado sobre a população. Junte-se a isto a forte repressão política contra a liberdade de expressão, imprensa ou qualquer manifestação contrária ao regime. Através dele, buscava-se manipular a opinião pública e fazer o povo trabalhar e viver pelo regime.

6- Culto ao líder

O totalitarismo passou por um forte trabalho de culto ao líder, visando construir a imagem de um governo forte e onipotente. A construção desta imagem ia desde a representação em obras de arte, como o retrato a ser saudado nas escolas. Mussolini recebeu o título de Duce e, Hitler, o título de Fuhrer. Ambas palavras significam algo como “Grande Chefe”. Na Alemanha, a leitura do livro Mein Kampf (Minha Luta), escrito por Hitler, era estimulada entre a população.

7- Anticomunismo

Nazista perseguindo comunistas
Tradução: não disponível
As vezes é difícil compreender uma posição político-ideológica nos regimes nazi-fascistas, em especial no nazismo. O regime alemão não depositava todas as suas fichas no capitalismo, mas também odiava o comunismo, apesar do “nacional-socialismo”. Assim, o anticomunismo se caracterizou pelo desprezo às ideologias de esquerda, governos de origem socialista, movimentos operários, greves e sindicatos.

8- Racismo

Dois jovens alemães sem camisa
Tradução: Nós preparamos o corpo e a alma
O racismo esteve presente mais visivelmente no nazismo alemão. Neste caso, o ódio era disseminado a todos aqueles que não pertenciam à raça ariana, denominação dada às características físicas e biológicas do chamado povo alemão. Este fato estimulou a eugenia, ou seja, a tentativa de criar uma raça pura. No caso alemão, isto significava eliminar os impuros, em especial os judeus.

9- Antissemitismo

Dedo apontado para um judeu
Tradução: Ele deve ser culpado pela guerra
O antissemitismo não surgiu na Alemanha, mas lá obteve seus contornos mais terríveis que levaram à morte de mais de 6 milhões de judeus em campos de concentração e extermínio, como Auschwitz e Bikernau. Assim, o antissemitismo se manifestou através do ódio, perseguição, tortura e extermínio dos judeus. A princípio, judeus tiveram seus bens confiscados e muitos foram expulsos ou fugiram da Alemanha. Dentre os que permaneciam, havia também o isolamento nos guetos e o uso como cobaias em experiências científicas.

10- Expansionismo

Desenho do avanço da blitzkrieg alemã


A ideologia nazista pregava a existência de um espaço vital para os alemães, chamado de lebensraum, ou seja, um grande território para que a raça ariana pudesse se desenvolver. Vale ressaltar que Hitler tinha a intenção de conquistar praticamente o mundo todo, assimilando as regiões que tivessem forte concentração alemã, como as colônias germânicas no sul do Brasil. O expansionismo levou Hitler a invadir a Polônia, fato que fez estourar aSegunda Guerra Mundial.

Para concluir, vejam a mensagem deixada por Charles Chaplin no filme “O Grande Ditador”, de 1940. Neste filme, ele faz um último discurso, condenando as práticas totalitaristas e a transformação do homem em máquina. Sua mensagem é a mais atual possível.

Postado por: Jardel Ollvieira
Fonte:http://www.historiadigital.org/historia-geral/idade-contemporanea/regimes-totalitarios/10-ideologias-do-nazi-fascismo/

Postado por Unknown às 14:44 Nenhum comentário:
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10 imagens raras de Hiroshima

No dia 06 de agosto de 1945, foi lançada a bomba atômica “Little Boy” sobre a cidade japonesa de Hiroshima. O ataque ocorreu através do avião B-29 “Enola Gay” e iniciou o chamado temor nuclear, que permaneceria no decorrer de toda a Guerra Fria. Para lembrar o ocorrido, selecionamos 10 imagens raras de Hiroshima. Sugerimos cautela, pois algumas imagens são bem fortes.

Esta lista trata da Segunda Guerra Mundial e os ataques atômicos que acabaram levando o Japão a se render. Para conhecer o contexto histórico em que isso ocorreu, leia o resumo sobre a Segunda Guerra Mundial.


Efeito da bomba atômica
Vista aérea de Hiroshima
Hospital em Hiroshima
Homem com queimaduras
Corpo queimado de criança
Impressão do corpo em celeiro
Impressão do corpo na ponte
Dia após o ataque de Hiroshima
Cova coletiva
Catarata devido a forte luz


Postado por: Alice Silva
Fonte: http://www.historiadigital.org/historia-geral/idade-contemporanea/segunda-guerra-mundial/10-imagens-raras-de-hiroshima-apos-o-ataque-de-1945/
Postado por Unknown às 14:33 Nenhum comentário:
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Quem somos nós?

Olá, sejam bem vindos. Somos um grupo formado por números pares da turma 3º ""B"" da escola Francisco de Almeida Monte. Nosso trabalho é trazer para vocês informações sobre a Segunda Guerra Mundial, propostas pela professora de História Éricka Natália, através de documentos, charges, comentários, fotos e etc. Portanto, esperamos que vocês divirtam-se, informem-se e interajam. Agradece, o blog Não compare os pares.

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